rh.Zona8.com.br | Encurtando distâncias
julho
25
2010

Clareza é fundamental.

Esse vídeo é muito interessante e quero compartilhar com você.

Pense e reflita.

julho
16
2010

Comece a entender o problema das pessoas passivas.

O tema ainda é o mesmo Como desenvolver pessoas passivas”, nesse contexto vamos entender a enfrentar o problema.

Muitas vezes os líderes, gerentes permitem que o comportamento passivo continue sem controle porque ele não representa um perigo imediato. Entretanto, é importante começar a enfrentá-lo assim que for identificado. O primeiro passo é conversar com a pessoa e, nesse caso, conversar significa mais ouvir do que falar.

Encontre tempo para fazer perguntas e ouvir a pessoa – com calma e em particular – sobre o seu comportamento passivo. A ideia é começar a modificar o comportamento , o que ajudaria a mudar de atitudes latentes gradualmente. Deixe claro, desde o inicio, que você considera a passividade um problema que precisa ser tratado e comece a refletir sobre como poderá a judar.

Explique direitos e responsabilidades

Ressalte que todos têm responsabilidades e o direito de:

  • cometer erros;
  • dizer como se sentem e o que pensam;
  • recusar acertos pedidos;
  • dizer que não sabem, não concordam, não entendem ou precisem de ajuda
  • dizer aos outros colaboradores que precisam melhorar o desempenho, e de que maneira.

Explique o básico da assertividade

Em nível bem básico, assertividade significa:

  • reconhecer  o ponto de vista da outra pessoa;
  • expressar os fatos e seus próprios pensamentos e sentimentos, honesta e abertamente, sem rancor;
  • sugerir um caminho construtivo a seguir quando surgirem problemas
  • defender-se se estiver sendo explorado

Seja um modelo exemplar

Mostre como o comportamento assertivo pode ser eficaz, demonstrando-o você mesmo. Se um colaborador passivo vê que um líder age assertivamente, ouve problemas e encontra soluções sem partilhar a culpa, a pessoa estará mais propensa a ser incentivada a agir da mesma forma.

Dê sua aprovação e estímulo

Deixe sempre claro que a pessoa não tem nada a temer. Uma das raízes do comportamento passivo é que as pessoas têm medo de desaprovação e de entender errado. Explique suas expectativas. Deixe claro que aprovará o comportamento assertivo e que desaprovará a passividade. Incentive uma atmosfera no trabalho que realmente  permita as pessoas se libertarem do medo. Faça uma pessoa imaginar as piores coisas que poderão acontecer se um projeto der errado, mas faça com que entendam que não serão prejudicadas. Em primeiro lugar, a pessoa que pratica assertividade pode realmente se comportar agressivamente  - desestimule esse comportamento com cuidado, sem reprimir  o esforço de mudança.

No ultimo  post darei ideias para criar uma ambiente certo e alguns pontos de reflexões sobre o tema

Até lá.

By Jozy

Imagem: rpgonline

julho
14
2010

Did you know? Você sabia?

Participei recentemente de uma palestra oferecida pelo grupo Grethes sobre “Mudanças de atitudes positivas” e quero compartilhar com vocês esse vídeo que é muito bom e nos faz refletir um pouco sobre nós e o mundo.
Aproveite!!!!

julho
5
2010

Como as pessoas passivas reagem?

Voltando ao assunto “como desenvolver pessoas passivas” eis a questão, como elas reagem?
Elas geralmente confundem comportamento assertivo com comportamento agressivo e acham difícil agir assertivamente. Elas acham que se fizerem uma declaração firme estarão sendo agressivas e equiparam o comportamento passivo à cortesia. É importante reconhecer essas reações- não presuma que um sorriso gentil significa que está tudo bem.

Há três indicadores importantes do comportamento passivo que identifica o problema:

  1. Linguagem falada – As pessoas que se comportam passivamente costumam usar expressões como: ” desculpe incomoda-lo mas…” ou “Sei que devo estar errado, mas…”
  2. Linguagem corporal- Sinais  reveladores de comportamento passivo incluem:
  • incapacidade de fazer contato visual
  • inclinar-se e manter a cabeça baixa
  • gestos nervosos como tocar o colarinho com os dedos ou brincar com o lápis, ou qualquer objeto em mãos
  • falar com tranquilidade anormal
  • uso excessivo de hã…. acho que… hã…
  • dar um passo atrás quando alguém lhes dirige a palavra.

Resultado:

As pessoas passivas não gostam de decepcionar ou aborrecer os outros, motivo pelo qual assumem trabalho demais, ficam sobrecarregados e depois não conseguem dar conta. Eles podem torna-se irresponsáveis, não cumprir prazos ou, habitualmente, adiar decisões difíceis ou caminhá-las para um superior.

Vamos continuar falando sobre pessoas passivas, no próximo post “como enfrentar o problema

By jozy

Imagem: Google

junho
30
2010

Sucesso

junho
30
2010

Mas por que as pessoas são passivas?

Como havia prometido, vamos voltar a falar sobre o comportamento das pessoas passivas, os motivos pelos quais elas agem assim passivamente.

Não é uma tarefa fácil, mas requer entendimento do problema do próximo porque  isso inclui:

  • crença equivocada de que não serão apreciadas se não concordarem  e de que as pessoas sempre gostam de alguém que concordam com elas
  • o desejo de agradar, sacrificando o realismo de longo prazo pela complacência e a concordância de curto prazo
  • a sensação de que as outras pessoas são intimidantes
  • não entender que elas têm direito às suas próprias opiniões e ideias
  • falta de confiança em suas próprias opiniões e ideias
  • falta de familiaridade com técnicas de assertividade
  • incapacidade de ser ver como os outros as vêem

Entenda que, na maioria das pessoas passivas , essas atitudes e comportamentos estão profundamente enraizados. Eles não podem ser mudados da noite para o dia, e simplesmente dizer a uma pessoa passiva para se comportar  de forma mais assertiva pode  piorar a situação.  É necessário que você se identifique com os problemas da pessoa, enquanto permanece comprometido a mudar seu comportamento.

No próximo post, vamos entender ainda mais como as pessoas passivas reagem.

Até lá.

By Jozy

Imagem: Google-Jardim da poesia

junho
30
2010

Voltando devagar….

Oi pessoal,

Passei um tempo longe, refletindo, estudando, lendo, relendo, aprendendo e porque não dizer ensinando.

Estive participando de vários eventos, palestras e têm sido maravilhoso trocar experiência, conhecer pessoas e participar de discussões.

Também nesse tempo, li muito sobre o mundo corporativo, seu meio, suas influências, seu mecanismo, sua tônica, e confesso: tudo que li são coisas ditas diariamente pelas mais variadas formas todos os dias e por pessoas diferentes em todos os lugares do mundo.  Há muitos e muitos sites, blogs que falam a mesma língua, todos falam sobre o mundo corporativo, sobre a gestão de pessoas, sobre as lideranças, os liderados, qualidade de vida no trabalho, gestão, conflitos, equipes, comunicação , etc…enfim.

Aí eu penso comigo: por que tanto se fala nesses assuntos e as pessoas continuam tendo problemas nas corporações?  será a falta de alinhamento entre líderes e liderados? será falta de conhecimento, experiência em gestão?será porque as pessoas são complicadas mesmo???  e muitas questões vão por aí.

Mas então, como falar das mesmas coisas sem se tornar repetitivas? Tento através desse canal levar palavras, experiências das quais eu particularmente acredito piamente, e quero dividir com vc.

E se é isso, então vamos lá à nossas questões.

By jozy

junho
16
2010

Lidere a si mesmo, antes de pretender liderar os outros

Muito se escuta sobre como um líder deve comandar sua equipe, mas será que você está preparado para liderar a si próprio antes?

Lembra quando você está angustiado por que não consegue integrar os membros da sua equipe e alcançar os resultados desejados? Ou quando não consegue obter de outro departamento o que ficou combinado e sua área está prejudicada? Quando seu filho parece andar fazendo tudo para lhe contrariar? E, ainda por cima, você não está conseguindo equilibrar sua vida profissional com a tão sonhada qualidade de vida?

O que está em questão é a sua competência como líder. Mas quando se pensa em Liderança, a maioria da literatura e dos programas de treinamento parte do princípio que temos de nos capacitar para liderar … os outros! Ensina-se a como comandar os outros, como motivá-los, como ser um chefe melhor, como se relacionar melhor com pessoas difíceis, com os filhos, etc. Sempre os outros, como se o foco da liderança residisse nos liderados.

Nada de errado em tentar liderar melhor os outros. O problema é que técnicas e receitas de liderança não surtirão o efeito desejado se você não adquirir uma competência fundamental para o seu sucesso como líder: antes de pretender liderar os outros, aprender a liderar a você mesmo.

Importante que você adquira a atitude de liderar-se. Isso implica em liderar suas emoções, seus ímpetos, suas deficiências e saber suplementá-las com pessoas de sua equipe ou com parceiros na sua vida pessoal. Mas isso só será possível se você tiver uma elevada dose de auto-conhecimento.

Exemplo

Por exemplo, se você se conhece bem e já sabe que é do tipo executor, que não planeja muito as ações e de certa forma atropela as circunstâncias no afã de realizar os resultados que deseja, nada melhor que ter em sua equipe uma ou duas pessoas que sejam mais do tipo planejadoras e contrabalancem essa sua característica pessoal.

Mas, se, pelo contrário, você for um líder que prima mais pelo planejamento detalhado e não está conseguindo realizar as metas que são esperadas de sua equipe, contrate pessoas mais realizadoras, do tipo “artilheiro”, aquelas que fazem gols e garantem os resultados do time, mesmo que não sejam tão qualificados como você gostaria.

O líder precisa aprender a liderar a si próprio também no que diz respeito a suas emoções. Isso se revela com clareza na hora de dar feedback a membros de sua equipe ou a familiares. Se você tem o chamado pavio curto e explode com facilidade quando algo não está indo de acordo com o que deseja, importante ter consciência disso e se disciplinar para avaliar desempenho dos outros ou para tentar ajustar o comportamento dos seus liderados, em vez de simplesmente dizer tudo que vem a cabeça e destruir a auto-estima dos que o cercam. Aprenda a reconhecer o que outros fazem de correto, valorize suas pequenas vitórias, use o seu ímpeto e arroubos emocionais mais nos momentos de feddback positivo, quando couber.

Liderança não é uma questão técnica, mas de atitudes e posturas. Atitudes perante outros, mas também perante a si mesmo. A disciplina 1.0 da Liderança deveria ser: Antes de Liderar os outros, aprenda a liderar a si mesmo. Mas isso não se ensina apenas em escolas…

Fonte: Portal Administradores – César Souza


junho
2
2010

Crescimento acelerado, cuidado redobrado

Embora pareça contraditório, êxito também pode acarretar fracasso. É o que tem acontecido com muitas empresas que crescem rapidamente, mas de forma desorganizada. Com os profissionais, não é diferente: muitos alcançam cargos e salários mais elevados, e não sabem como lidar com a nova situação.

Na ânsia de aproveitar as oportunidades e responder às demandas, diversas organizações acabam aumentando o ritmo de trabalho e a capacidade de atendimento. Muitas vezes, porém, comprometem a qualidade do serviço e a própria imagem. Com profissionais que crescem rapidamente na hierarquia da empresa, é comum ocorrer dificuldade de lidar com o poder e o dinheiro que recebem, o que pode torná-los arrogantes, prepotentes e até endividados.

A solução para o problema não é necessariamente frear o crescimento, mas dedicar mais tempo à estruturação. Enfim, para que esse crescimento seja sustentável, a gestão, tanto da empresa como da carreira, precisa ser profissionalizada.

By Agillis

maio
24
2010

Como desenvolver pessoas passivas?

Na maioria da vezes, as pessoas passivas são superficialmente muito amáveis e ansiosas para agradar- até amáveis e ansiosas demais, pois o comportamento passivo geralmente  caracteriza-se pelo desejo de evitar conflitos e de agradar os outros constantemente. Indivíduos passivos não gostam de enfrentar problemas e situações difíceis porque temem aborrecer os demais.

Eles cedem  a exigências irreais e inatingíveis, dizendo um “sim” quando precisam dizer “não” (ou, pelo menos, “mas”). Prometem praz0s que não podem ser cumpridos, compromentendo-se  a “dar o melhor de si”.  Guardam os problemas para si mesmos e agem com cautela para evitar riscos. Isso pode provocar um efeito espiral-pouco a pouco, eles perdem a confiança dos que rodeiam, incluindo seu líder. A função do líder é ajudar essas pessoas a se desenvolver e se tornarem mais assertivas.

Há muitas razões para ajudar as pessoas passivas a mudarem de comportamento.

  • Elas se tornam mais confiantes, sua auto-estima aumenta e, como sucesso gera sucesso, o comportamento assertivo recém-aprendido começa a emanar naturalmente.
  • Uma comunicação melhor significa a exposição produtiva de problemas, menos prazos não-cumpridos e potencial reduzido de conflitos.
  • As pessoas passivas aprendem a tomar decisões e a resolver problemas que, anteriormente, encaminhavam para solução de superiores ou de colegas.

A principal desvantagem de ajudar as pessoas a se desenvolverem é que isso leva tempo, tempo e mais tempo. Pessoas passivas requerem tratamento delicado, paciência e verdadeiro comprometimento do líder. Evitar o problema e as pessoas passivas pode resultar em:

  • os indivíduos se tornarem cada vez menos confiantes
  • um ciclo contínuo de baixa-estima, subdesempenho, aceitação de excesso de trabalho e prazos impossíveis, etc., causando absenteísmo e/ou doença (geralmente ligadas ao estresse).
  • perda da confiança e respeito dos colegas, principalmente se sua passividade afetar o desempenho deles.
  • os indivíduos não se arriscarem, evitando tomar decisões difíceis, o que pode ter efeitos desastrosos para a empresa.

No próximo post  vamos entender melhor as pessoas passivas e o que podemos fazer para ajudá-las.

Até lá

By Jozy